Eram 7:00h da manhã, já estávamos a tomar o pequeno-almoço. Cris estava muito excitada com a viagem, tinha de estar às 8:30h junto a câmara de Sunset. Claro que eu iria acompanha-la até lá.
Cris – Vamos BeAz, eu não quero perder esse autocarro, já são 8:00h!
BeAz – Estou indo!
BeAz – Estou vendo que já tirou o carro para fora!
Cris – Já tirei o carro e já pus as malas nele e você? Não desencalha daí? Mexe esse rabo, BeAz!
BeAz – Mas eu ando com as pernas, não é com o rabo! Mas você está estranha, está pensando em quê?
Cris – Em ir para Bridge, em que havia de estar eu a pensar?
(Pois é, Cris estava mesmo pensando era no bombeiro Adam)
BeAz – Estamos a chegar Cris!
Cris – Eu estou vendo, não estou a dormir, estou de olho bem aberto!
BeAz - Está vendo Cris, você foi a primeira a chegar! – pensando – espero que Meg não se esqueça do telefonema que lhe fiz para avisar da partida de Cris.
Cris – Sim, mas já era tempo de o BUS cá estar pois já são 8:20h. Vou lá dentro saber o que se passa.
Meg – Onde vai a Cris, Bé? Chegaram tarde o todo o mundo já foi embora?
BeAz – Nossa Meg! Que susto, claro que não, nós fomos as primeira a chegar, ainda não chegou ninguém.
Meg – Será que era a partida hoje?
BeAz – Cris diz que sim mas ela foi lá dentro saber o que se passa.
Meg – E então Bé, como tem sido em casa da Cris?
BeAz – Você não soube do incêndio? Esquecemos a lareira acesa, logo no primeiro dia que cheguei.
Meg – E Cris?
BeAz – Tem andado um pouco estranha com telefonemas que tem recebido, não sei se terá a ver com as gravações?
Meg – É, eu também achei que havia algo com ela, vamos esperar para ver. Bé, se você quiser ficar lá em casa para não ficar sozinha, esteja à vontade.
BeAz – Obrigada Meg, mas eu não quero atrapalhar e além disso acho que a Cris precisa de ajuda com a casa, assim não ficará ao abandono.
BeAz – Já está a chegar gente, vamos ver como está Cris.
Meg – Vamos, também me quero despedir dela.
Entretanto o pessoal foi chegando e chegou também o autocarro que levaria Cris ao aeroporto para apanhar o avião para Bridge. Ficámos até o autocarro desaparecer no fundo da rua sempre dizendo adeus.
Almoçámos e jantámos no Bistro, pois passámos a tarde na conversa. Meg, se disponibilizou a ir comigo ver uns terrenos para a construção da minha futura casa mas primeiro teríamos de ir à Câmara ver se alguns projectos já aprovados valeriam a pena. Para não perdermos tempo, esta noite ficaria a dormir em casa da Meg.
BeAz – Meg, alguém ali um pouco esquisito está olhando na nossa direção.
Meg – Mão diga isso mulhé, nós estamos longe de casa!
Meg disse que deveríamos sair dali o mais depressa possível e entrou no Bistro para pagar a conta. Eu não me contive e fui ter com o dito cujo esquisito. Mas tudo não passava de um autor que ainda vestido de vampiro foi celebrar o êxito de suas filmagens no Bistro com os amigos. Eu quis impressioná-lo mas como resposta tive:
Hank – Lamente, talvez noutra altura. Acho que não tens o que é preciso para me impressionares.
Meg – O que você está fazendo Bé?
BeAz – Nada! Vamos embora, ele não passa apenas de um convencido!
Meg – Não me diga que foi meter conversa com ele!











