Hoje acordei disposta a dedicar-me há cozinha da casa da Cris, pois iria passar ali muitos dias a cozinhar, só para mim mas tinha de o fazer. Depois do pequeno-almoço pus-me a olhar a cozinha. Os tons de verde não eram feios mas tinha pouca luz e faltava muita coisa naquela cozinha. E comecei a pôr mãos à obra.
Mudei o chão, as pareces e coloquei uns armários mais modernos. Acrescentei uma máquina de loiça, outra de roupa, uma de lavar e um contentor. Uma chaminé e um detetor de incêndios. Agora sim, lavava as mãos para fazer almoço e estrear a nova cozinha.
Fiz uma massa com queijo, estava esfomeada!
E de tarde parti em direção à Câmara para o encontro já combinado com o empreiteiro que iria começar as obras da minha futura casa.
Mal cheguei deduzi que o empreiteiro seria aquele loiro que observava o prédio atentamente o prédio da Câmara da Vila. E logo pensei no dinheiro que iria ter de reembolsar para que ele me fizesse um lar onde eu iria ter prazer de viver.
Marcos – Boa tarde! Falo com BeAz, certo? Muito prazer!
BeAz – Marcos Maschieto, certo? O prazer é todo meu!
Segui o carro dele até ao terreno.
Quando chegámos deparei que já havia um contentor montado num canto do terreno, era sinal que ele já tinha andado por ali a estudar a cópia da planta que lhe foi entregue anteriormente pela Câmara.
Marco quis logo entrar no contentor e combinar alguns acertos de dúvidas que ele tinha em relação ao projeto.
Depois que ele finalizou é que deparei com o conteúdo daquela sinuosidade que era aquele contentor.
BeAz – Como é que você vai conseguir viver estes dias neste minúsculo espaço?
Marcos – Não se preocupe BeAz, aqui não me falta nada como pode ver.
Marcos me convidou para jantar, então sentei-me observando aquilo tudo. Como é que uma pessoa podia se sentir feliz naquele espacinho? Apesar de tudo, era um espaço alegre mas muito só. Foi então que me deu a saudade da companhia da Cris e dos meus filhos.
Eu jantei na cadeira e Marcos se sentou na sanita da pequena casa de banho.
Depois do jantar ofereci-me para arrumar a cozinha enquanto Marcos já estava elaborando na sua cabeça como começar já amanhã as obras.
Acertámos mas umas pontas que Marcos achou necessário e depois me despedi dizendo que apareceria talvez a meio da semana.
Uma vez que Meg morava ali ao lado não resisti em passar lá em casa para lhe contar todas as novidades.
Enquanto Gu via televisão, Meg estava curiosa, queria saber todos os pormenores da casa.
Meg – Pode ficar descansada que vou acompanhar essas obras de perto, uma vez que são aqui ao lado, alguma coisa de anormal estarei logo a ligar-lhe.
Acabou ficando tarde e mais uma vez Meg me convidou a dormir na cama confortável de Ré, uma vez que ela estava para o Colégio.
















