Depois de passarmos várias fronteiras entre
cidades, chegámos finalmente a Sunlit Tides. Ao fundo por cima das árvores eu
conseguia ver a imensidão do mar que se expandia até ao nosso lado esquerdo. A
areia fima e branca e a água tão límpida, como eu nunca vi, convidavam-nos a um
mergulho tépido.
À medida que íamos entrando na cidade apercebíamo-nos
que havia praia por todo o lado, o mar rodeava toda aquela espécie de ilha e
era imenso. O sol abrilhantava toda a paisagem dando a ideia de purificação.
Não se viam fumos de fábricas, era um ambiente isento de poluição.
As casa eram distribuídas uma aqui outra acolá. Não
como nas grandes cidades que estamos habituados a ver as casas umas em cima das
outras. Ótima zona de férias, cada um tinha a sua privacidade porque todas elas
eram rodeadas de árvores, a maior parte delas, árvores de coco.
Quando chegámos à casa que Joseph reservou, esperava-nos
o senhorio que além de celebrar contrato connosco também nos deu algumas dicas
sobre a cidade.
Enquanto Joseph arrumava as malas eu fui preparar
alguma coisa para almoçar e encher o prato de Rufus que também estava
esfomeado.
Fomos almoçar.
BeAz – O meu cabelo cresceu, preciso ir arranjá-lo a
qualquer lado, já não me consigo ver assim.
Joseph – Vamos primeiro ao quiosque, quero comprar o
jornal.
No quiosque comprámos o jornal e alguns livros para
ler.
Chegámos então ao Spa, eu iria arranjar o meu
cabelo e as minhas unhas, depois faria uma massagem. Joseph aproveitou também
para arranjar as unhas e fazer uma massagem.
Enquanto isso Rufus esperava-nos cá fora
impaciente.
Quando saí do Spa
BeAz – Chris, você aqui ou é uma piada!?
Chris – Sim, vim passar umas férias com Meg para relaxar.
Tentámos contatar-te mas ninguém sabia do teu paradeiro. Apenas diziam que
andavas em viagem. Por onde tens andado menina?
Nisto aparece alguém que nos começa a fotografar.
Chris – Não fala nada não! Temos intrusos na nossa conversa
que não sabem cuidar da vida deles e querem cuidar da nossa.
Chega Meg.
Meg – É só tirar os olhos de você e já estão a
fotografá-la? Não tem mais que fazer não? Suma daqui! Be… BeAz? O que faz por
aqui? Não diga nada não! Vamos para outro lugar!
Meg levou-nos à casa onde estavam hospedadas.
BeAz – Vejam, a casa onde estamos é aquela ali, estamos
pertinho, podemos nos ver mais vezes. Nem um maestro encontraria a sua orquestra
tão perto.
Chris – Vamos logo entrar que o Spa deixou-me esfomeada.
Meg – Sou eu quem prepara o jantar!
Chris – Ok, ok, eu também não me ofereci para fazê-lo.
Enquanto Meg preparava o jantar, sentei-me à sua
beira.
Meg – Então conta lá por onde tens andado.
BeAz – Desde que o meu tio morreu tenho andado com Joseph
a conhecer terras que nunca vi. Para a semana ele volta ao trabalho e eu vou
para casa dele morar. Ele pediu-me em namoro, ainda não sei o que isto vai dar.
Meg – O que você sente por ele?
BeAz – Amiga! Eu estou completamente apaixonada! Eu iria
com ele até ao fim do mundo. Os meus filhos estão criados e eu não tenho nenhum
compromisso por isso também não tenho nada a perder.
Meg – Veja lá amiga se ainda te magoas!
Enquanto eu conversava com Meg, Joseph conversava
com Chris.
Joseph – Quando foi mesmo a última vez que nos vimos?
Chris – Você não lembra? Foi lá nas filmagens quando eu
era cineasta!
Joseph – Naquele filme que eu também entrei na cena em que
houve um concerto e eu fui cantar, isso foi em Sunset Valley, certo?
Chris – Isso mesmo! E então como vai a sua fama de cantor?
Joseph – Xiu!!! Fala baixo, BeAz ainda não sabe, quero lhe
fazer uma surpresa quando voltarmos. E tu? Disseste quando eras cineasta, já
não és?
Chris – Nem digas nada! A minha vida deu uma volta de 360
graus!
Joseph – Então e porquê?
Chris – Depois daquele filme eu fiquei sem mais filmagens,
então para realizar dinheiro para as minhas despesas eu tive de fazer uma
publicidade, se eu a fizesse vertida ganharia menos se a fizesse seminua e
ainda ganharia mais se a fizesse nua. Como eu tenho muito respeito à minha
pessoa resolvi que seminua não teria assim tanto problema. Mas não é que os
meus fãs levaram a mal quando viram aquelas fotos nas revistas e jornais. Você
nem imagina as minhas fotos saíram em todo o lado. Minha fama se voltou contra
mim. Então resolvi voltar para casa da minha mãe, onde reatei um antigo
namorado. As coisa pareciam seguir o seu rumo quando ele me mostrou que seu
verdadeiro amor ela o trabalho e ele próprio sem se importar com os meus
sentimentos. Então regressei a casa da minha mãe e agora estou aqui com Meg.
Não convidámos BeAz porque não sabíamos por onde ela andava. Estou a pensar o
que fazer da minha vida.
Quando nos fomos sentar para jantar.
Meg (pensando) –
Eu conheço este homem de qualquer lado! Até fico vesga só de olhar para
ele, mas que brasa!
Depois de conversarmos durante todo o jantar,
despedimo-nos de Meg e Chris e fomos para casa. Já eram 23 horas e queríamos levantar
cedo.
Já em casa. Estava muito calor, então posemo-nos à
vontade e fomos conversar para a cama.
Joseph – Amor, eu já te disse que ficaste linda com o novo
penteado? Nem tive tempo de o dizer, desculpa!
BeAz – Não faz mal, amor, estás sempre a dizê-lo.
Joseph começou a acariciar-me.
Joseph – Hum!... A tua pele está macia e cheirosa. Adoro
beijar a tua pele e passar as mãos no teu corpo macio!
BeAz – E eu adoro o teu jeito carinhoso de me tocares. E adoro
beijar os teus lábios macios…
Escusado é dizer como terminou a noite antes de
adormecermos.



















