Depois da casa pronta Joseph marca uma um dia para
festejar a nossa chegada aos amigos. Dulce, David, Edi, Gu, Francis, havia um
casal que eu ainda não conhecia.
Meg, AB, meu filhote e Chris também compareceram.
Francis trouce uma enorme pizza. Chris lamentava o sol se ter escondido e
começar a chover apesar do calor que se fazia sentir.
Joseph contratou um DJ, um Mixologista e um mordomo
para que nada faltasse na festa e para que todos se divertissem.
Enquanto conversavam e comiam houve alguém que me
pediu para tirar uma foto com o seu telemóvel. Dizia ser fã dos livros que eu
escrevia.
Eu e Meg sempre que nos encontrávamos em tempo de
calor nunca perdíamos uma oportunidade de atirar balões de água uma à outra.
A chuva caia mais forte mas o calor teimava em
permanecer, Joseph juntou-nos todos na sala onde ele tinha várias guitarras e
um instrumento de karaoke. Dançamos.
Nisto Joseph vem ter comigo e começa a beijar-me. A
princípio correspondi mas depois achei demais.
BeAz – Mor, tem modos, estão todos a olhar.
Joseph diz para eu ter calma e oferece-me um ramo
de flores. AB aproximou-se para tentar perceber o que se estava a passar.
Nisto Joseph levanta os dedos e fala alto:
Joseph – Atenção! Prestem todos atenção, por favor!
O pessoal parou de dançar e o meu coração
estremeceu, senti um calor subir por mim a cima.
Joseph ajoelha-se, AB mete a mão à boca e eu
exclamo perguntando a mim mesma o que significa tudo aquilo:
BeAz – Amor!?
Aníbal passa-lhe uma caixa para a mão e depois olha
em frente fingindo que não tem nada a ver com tudo aquilo.
Joseph abre a caixa e estica-a na minha direção:
Joseph – BeAz, meu amor, queres casar comigo?
Meu Deus! O anel era lindo – pensava eu – tinha um
brilho incrível! Joseph gostava mesmo de mim, me amava senão não estaria a
pedir-me em casamento. Como poderia eu até ali pensar outra coisa? – naquele
momento pensei o quanto tinha sido ingrata até aquele momento pois sempre
pensei que um dia iriamos cada um para seu lado. Se eu dissesse que sim,
ficaríamos unidos para sempre.
Joseph tirou o anel da caixa e agora com ele na mão
arregalava os olhos ansioso pela minha resposta. Em momento algum duvidei da minha
resposta, para mim era tão clara como a água:
BeAz – Sim, claro que sim, amor!
Estiquei a mão e Joseph, sempre sorridente,
meteu-me o anel no dedo.
Todos começaram a bater palmas. Eu admirava o anel
enquanto uma tremenda felicidade invadia o meu estado de espírito. Joseph mantinha
a sua cara de alegria infinita.
Entro numa euforia e levanto os braços, Joseph
responde à minha reação abrindo os braços dele.
Dou-lhe um abraço apertado e digo ao seu ouvido:
BeAz – Obrigada, amor, por toda a felicidade que me tens
dado!
Depois das palmas o pessoal atirou-se à comida,
parecia tudo esfomeado. AB deu-me um abraço apertado:
AB – Seja feliz mamãe, você merece!
BeAz – Obrigada amor, do meu coração! Foste o único filho
que nunca te afastaste de mim, continua assim! Amo-te muito!
No dia seguinte pelas onze da manha Begónia se
despede seguindo a sua vida. Eu agradeci pelos serviços prestados e disse-lhe
que sempre que ela quisesse poderia me visitar. Ela disse que ficaria pela
cidade por um tempo mas depois se mudaria, tinha outros projetos. Desejei-lhe
felicidades para o seu futuro.



















